Ser objetivo ou ser subjetivo?
O que vem a ser objetivo e subjetivo. Objetivo é algo material que está no mundo ao seu redor, subjetivo é que está dentro da sua mente, nos seus sentimentos. Você interpreta o objetivo com o subjetivo, ou seja, você interpreta um objeto com os seus sentimentos e a sua mente.
Até aqui está à parte fácil, agora começarei a fazer analogias loucas e talvez estranhas, me sigam se puderem.
Com essas definições então uma pessoa objetiva é quem vive mais no plano do material, e dos objetos, que tem alguma subjetividade, mas é como uma maquina, não pensa nas coisas de jeito diferente, sempre faz do jeito mais objetivo possível, ou seja, mais material possível, sem usar muito o sentimental. Fazendo simplesmente por fazer e não para aproveitar o sentimental.
Sendo assim uma pessoa subjetiva, será totalmente o oposto. Será alguém que vive no mundo dos pensamentos e dos sentimentos, que tem certa objetividade, mas age pensando bem no sentimental, querendo que cada objeto do mundo material seja aproveitado no mundo sentimental, faz tudo com pouca preocupação no mundo material, não tem pressa, faz tudo com calma chegando até a demorar mais do que deveria e muitas vezes não passando de estagio, pois não foi objetivo o bastante.
Bom, definições confusas e estranhas, ótimo. Agora posso começar a expor mais coisas.
Vamos analisar de forma neutra os dois estados.
De um lado, temos algo frio, rápido e calculista, com sentimentos, mas que vive mais no mundo material do que no sentimental.
Do outro, temos algo cuidadoso, vagaroso e que prefere aproveitar os momentos, tem um objetivo, mas o que ele realmente quer é algo que o faça bem sentimentalmente, e não necessariamente o que ele necessita.
Tá isso foi uma pequena analise, agora vamos começar com as comparações estranhas.
Vamos a alguma coisa cotidiana, algo como desenhar.
Uma pessoa objetiva usará talvez um pouco se seus sentimentos para a inspiração. Usara provavelmente todos os instrumentos que lhe forem dados para deixar o trabalho mais fácil e também mostrará exatamente o que quer. Não tardará a terminar o desenho. O que provavelmente fará de seu desenho, algo entre bom e mediano.
Uma pessoa subjetiva usará todos os seus sentimentos e pensamentos para a inspiração. Poderá usar ferramentas para deixar mais fácil o seu trabalho, ou então fará tudo à mão livre, provavelmente mostrará não só o que quer, mas também o que sente no momento em que desenhava. Poderá demorar um grande tempo para terminar o desenho. O que poderá fazer de seu desenho algo entre uma obra-prima a algo digno de uma lixeira.
Se por exemplo pegarmos um quesito como organização agora.
Uma pessoa subjetiva, não será muito organizada, pois muitas vezes acha melhor trocar as coisas de lugar e depois decide que não, então as coisas ficam no meio do caminho, gerando de certa forma uma desorganização. Um caderno dessa pessoa, por exemplo, mostrará uma provável desorganização, às vezes bonita, às vezes nem sempre. Dependendo do estado sentimental da pessoa na hora, ela poderá fazer uma letra com mais firulas, ou então uma letra toda garranchada, é provável que tenha muitas anotações sobre assuntos que não coincidem com nada no resto do caderno e varias notas de roda-pé.
Uma pessoa objetiva, será organizada, será tudo sistemático, sempre visando quando procurar algo, encontrar o dito cujo. Um caderno de uma pessoa desse calibre será impecável, tudo organizado em tópicos, sem anotações sobre assuntos fora do em questão, a letra será sempre a mesma, provavelmente meio quadrada, pois é mais rápida e mais fácil.
Bem, para finalizar, acho que vou comparar com a vida em geral agora.
Se fizéssemos uma analogia a um gráfico, provavelmente teríamos dois pontos e uma ligação entre eles. Um dos pontos seria o nosso nascimento, ou outro a nossa morte, e a linha no meio seria a vida. Agora o formato que essa linha terá, isso dependeria de cada um, se seria uma reta, uma parábola, um senoide, cossenoide, uma onda analógica, digital,... , enfim, dependeria do estilo de vida da pessoa.
Porem podemos imaginar como seria a “linha da vida” de uma pessoa subjetiva, e de uma pessoa objetiva.
Uma pessoa objetiva, a linha se assemelharia a uma reta, assim como ele em suas ações, direta e objetiva. Sua vida seria uma vida mediana, claro, com objetivos de vida, afinal ela também tem alguns sentimentos. Porem sua vida seria assemelhado a uma reta, sem muitos pontos baixos e sem muitos pontos altos, sem variação nenhuma quase. Sempre a mesma coisa parecida, por afinal para ela o que mais importa é o mundo material, assim não tem muitas baixas e nem muitas altas, sempre sabe o que esperar, e surpresas não são uma palavra que ele está habituado.
Uma pessoa subjetiva, a linha totalmente diferente, provavelmente se assemelhando a uma onde qualquer, com grandes picos altos e baixos, porem de certa forma mais “demorada”. Assim como sua vida, sempre levando os sentimentos na frente, tanto os bons, como os ruins. Obviamente que ele também teria alguns objetivos materiais, pois afinal ele também vive em um mundo material, mas na maioria das vezes ele daria mais valor ao que ele sente no momento do que aos objetos que estão a sua volta, sempre vendo a vida de um jeito único, um jeito só seu. Rotina não seria algo que ele estaria muito acostumado, sempre procurando diferentes e sempre querendo mais e mais da vida, agarrando-se a ela como ninguém mais o faz.
Bem, acho que essas são todas as comparações que me vieram à mente nessa fria noite.
Obvio, todos devem estar pensando, o melhor é não ser nenhum dos extremos e sim algo entre eles. Sim eu pensei assim também. Mas se você olhar bem, as duas idéias são bastante opostas e você não poderá ser exatamente igual nas duas, ou você será mais objetivo, ou mais subjetivo.
Perguntam-me o que eu sou? Bem não sei responder exatamente, eu diria que sou os dois, pois tenho certa bipolaridade, então fico variando, o que por sinal, é uma característica subjetiva, mesmo eu sendo frio e racional, como estou sendo aqui agora. Espero que isso tenha ajudado a me definir (eu sei que não ajudou ;x).
Bem, deixo-lhes as perguntas finais:
Você se considera subjetivo ou objetivo?
Qual você prefere?
Como você acha que seria a mistura perfeita dos dois?
E Tem mais alguma comparação entre objetividade e subjetividade que eu não tenha colocado, mas que você achou interessante?
Pessoal, comentem ok? Eu não sei se vocês lêem essas coisas que eu chamo de textos, se gostam, o que pensam ou se respondem as minhas perguntas ou se acham erros de português (isso deve ter muitos).
Então se não quiserem me deixar mais louco do que eu já sou tentando adivinhar isso, comentem. Porque para escrever mais de 1.150 palavras sobre um assunto como esse tarde da noite, sendo que amanha acordo cedo e fico o dia todo fora, tem que ser louco.
See ya~~”











Oi... Bom, eu não costumo comentar os blogs que sigo porque eu não sou boa com palavras, apesar de gostar delas, se bem que acho que todo mundo gosta de palavras quando elas estão bem reunidas formando idéias que conseguem, de alguma forma, nos prender, nos fazer refletir e algumas situações nos auto-avaliar, nesse texto você fez isso mais diretamente... (outro motivo pra nãos gostar de comentar é que eu acabo falando muito... E no fim das contas ninguém lê... Os comentários não são importantes...)
Enfim, respondendo as suas perguntas, sou um pouco dos dois... Não ao mesmo tempo, nem na mesma proporção... Creio que a maioria das pessoas é assim (acho), pois em alguns momentos, em algumas situações, para alguns determinados assuntos, as pessoas vão acabar pendendo para um lado ou para o outro... E quanto à mistura... Acho que nem os librianos saberão acertar a resposta...
Se bem que gostoso mesmo é descobrir na hora qual você deve ser e... Qual realmente quer ser...
Como eu tinha previsto... Falei de mais... Mas e daí? Ninguém lê mesmo.. Beijos See ya~~”
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